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Piso Laminado em Ribeirão Pires
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Piso Laminado em Ribeirão Pires
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DURABILIDADE
FÁCIL INSTALAÇÃO
FÁCIL MANUTENÇÃO
RESISTÊNCIA À MANCHAS
CUSTO BENEFÍCIO
CONFORTO
OPÇÕES DE DESIGN
Ribeirão Pires é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo, integrando um grupo de municípios conhecidos como Região do Grande ABC, na Zona Sudeste da Grande São Paulo, em conformidade com a Lei Estadual nº 1.139, de 16 de junho de 2011[7] e, consequentemente, com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (PDUI).[8] A população estimada em 2021 era de 125.238 habitantes e a área é de 99 km², o que resulta numa densidade demográfica de 1262,80 hab./km². O município é formado pela sede e pelos distritos de Jardim Santa Luzia e Ouro Fino Paulista.[9][10]
Seus municípios limítrofes são Suzano (a nordeste), Rio Grande da Serra (a sudeste e sul), Santo André (a sudoeste) e Mauá (a noroeste). Tornou-se município em 30 de dezembro de 1953,[11] quando foi desmembrada de Santo André. Sua data oficial de emancipação político administrativa foi instituída em 1º de janeiro de 1954 pela Lei Municipal 2.463/1983[12], sendo comemorado o seu aniversário no dia 19 de março, em homenagem a São José, Padroeiro da Cidade.
História
A cidade de Ribeirão Pires se forma a partir das últimas décadas do século XIX, ainda que alguns documentos do século XVIII façam referências pontuais ao território, na época parte de um bairro de São Paulo, denominado Caguaçú. A expressão Caguaçú, de origem tupi, é polissêmica (possui mais de um sentido), mas, no que se refere a Ribeirão Pires, pode ser traduzida para Mata Grande devido às características naturais de floresta densa e ombrófila que o lugar apresentava na época.
Durante os séculos XVII e XVIII, não se constata indícios significativos de formação urbana, apenas ocupação rural e esparsa. Remanescente dessa época preservou-se a Capela de Nossa Senhora do Pilar, principal testemunho edificado da passagem dos bandeirantes no contexto do Ciclo da Mineração no Brasil.
O núcleo urbano surgirá, de fato, somente no final do século XIX, quando a região de São Bernardo (hoje denominada Grande ABC) passa a se estruturar como subúrbio de São Paulo, fornecendo produtos agrícolas (tijolos, pedras, lenha, carvão etc.) para suprir as necessidades da metrópole, que crescia impulsionada pela economia cafeeira no chamado Ciclo do Café. Atendendo às necessidades dos ricos fazendeiros, é implantada a Estrada de Ferro Santos a Jundiaí, pela companhia inglesa São Paulo Railway, com o objetivo de escoar a produção do café, que vinha do oeste paulista para o porto de Santos. São Paulo vê chegar às suas terras o capitalismo industrial, a imigração em massa e uma acelerada urbanização. O Núcleo Colonial de Ribeirão Pires é criado em fevereiro de 1887[13] servindo ao abastecimento da Capital, no contexto da política de imigração do Império Brasileiro, continuada pela República.
A cidade permanece com características de subúrbio rural até a década de 1950, quando o Brasil passa a viver um novo e intenso processo de industrialização ocasionado pelo pós-guerra e as indústrias começam a se espalhar por outras cidades do Grande ABC, num processo conhecido como desconcentração industrial[14], a qual reestrutura e reconfigura o espaço metropolitano. De subúrbio rural, Ribeirão Pires passa a subúrbio industrial - fato que se consolida na década de 1970 - e cumpre o papel de cidade-dormitório, com grandes áreas desocupadas que se destinam a loteamentos para moradias de baixa renda. A cidade integra-se a essa nova realidade da região metropolitana, tendo a sua ocupação urbana facilitada com sua emancipação em 1954.
A partir de 1955, Ribeirão Pires sofre um intenso processo de urbanização com o surgimento de novos loteamentos, vilas e bairros. Percebe-se também um grande aumento demográfico a partir da década de 1970 e os seus bairros mais afastados começam a ser ocupados sem o devido planejamento urbano. Em novembro de 1976,[15] preocupado com os efeitos da ocupação desordenada, o Estado sanciona a Lei de Proteção aos Mananciais, que freia drasticamente a ocupação territorial da cidade, estabelecendo uma proteção de 100% de seu território.

