- Home
- Piso Laminado em Conchal
Piso Laminado em Conchal
Descubra a elegância e a durabilidade do piso laminado. Instalação em Conchal
A melhor opção em Piso Laminado em Conchal!
Com uma ampla variedade de estilos e padrões, o piso laminado oferece uma solução sofisticada e resistente para transformar qualquer ambiente. Seja para uma casa moderna, um escritório elegante ou um espaço comercial movimentado, o piso laminado se adapta perfeitamente às suas necessidades de design.
A instalação do piso laminado é rápida e fácil. Com opções de instalação flutuante, você pode desfrutar de um novo piso sem a necessidade de cola ou adesivos. Isso permite que você conclua seu projeto de renovação de maneira eficiente, economizando tempo e esforço.
Piso Laminado em Conchal
Beleza e durabilidade em cada passo: piso laminado, seu ambiente transformado.
Beleza e durabilidade em um só lugar: Descubra o piso laminado.
Resistente a riscos e manchas, fácil de instalar e manter. Uma opção acessível para transformar qualquer ambiente. Variedade de estilos e padrões para combinar com seu estilo. Desfrute do conforto e da praticidade do piso laminado. Explore nossas opções e renove seu espaço hoje mesmo!
ESTÉTICA
DURABILIDADE
FÁCIL INSTALAÇÃO
FÁCIL MANUTENÇÃO
RESISTÊNCIA À MANCHAS
CUSTO BENEFÍCIO
CONFORTO
OPÇÕES DE DESIGN
Conchal é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se na latitude 22º19'49" sul, longitude 47º10'21" oeste. Está a uma altitude média de 591 metros. Sua população estimada em 2023 é de 28.105 habitantes e possui uma área de 183,826 km². Pertence à Região Metropolitana de Piracicaba. O município é formado pela sede e pelo distrito de Tujuguaba.
História
De acordo com pesquisas arqueológicas desenvolvidas em Mogi Mirim, município vizinho a Conchal, os primeiros vestígios da presença humana na bacia do rio Moji Guaçu datam de mais de 8.000 anos Antes do Presente.[7][8] Encontrados no sítio Bela Vista 2, trata-se de remanescentes materiais de antigos grupos caçadores-coletores, produtores de diversos artefatos em pedra lascada. Antepassados de populações indígenas atuais, esses primeiros grupos se deslocavam com regularidade pela região, escolhendo topos de morros e terraços fluviais para construção de seus acampamentos e aldeias.[8]
Por volta do primeiro século da Era Comum, grupos indígenas mais numerosos, detentores de técnicas agrícolas e de produção de cerâmica, teriam começado a se instalar por todo o nordeste paulista. Em geral, a dieta alimentar desses grupos era composta por plantas ricas em carboidratos (como o milho e a mandioca), frutos, raízes e nozes silvestres, além da proteína obtida através de pesca e caça. Também teriam plantado várias espécies não alimentícias, como cabaças, tabaco, algodão e urucum.[9] Em geral, essas populações ameríndias são associadas às tradições ceramistas Tupiguarani e Aratu-Sapucaí, frequentemente identificadas em sítios arqueológicos ao longo dos vales dos rios Pardo e Mojiguaçu.[10][11][12][13]
Durante o período colonial português, iniciado no século XVI, expedições em busca de indígenas e metais preciosos frequentemente atravessavam o atual nordeste paulista, embora existam poucos relatos acerca das filiações étnicas dos grupos ameríndios que habitavam esse trecho do rio Mojiguaçu. De acordo com o Mapa Etno-Histórico do Brasil e Regiões Adjacentes, produzido pelo antropólogo teuto-brasileiro Curt Nimuendajú, a região era habitada por povos Tupi e Tamoio ainda nos primeiros dois séculos de dominação lusitana.[14]
O principal caminho utilizado pelos portugueses na região era o chamado “Caminho do Anhanguera”, Estrada dos Goyases ou simplesmente Caminho de Goiás, através do qual se alcançavam as minas de ouro no atual estado de Goiás, descobertas na primeira metade do século XVIII.[15] Em suas margens foram paulatinamente criadas fazendas, pousos, cavalgaduras, e povoados, dando origem a municípios como Mogi Mirim e Mogi Guaçu. De maneira geral, os núcleos de povoamento fundados ao longo do Caminho serviam principalmente como pontos de paragem de tropas e viajantes em direção às minas de Goiás, sendo também comum o cultivo de mandioca, cana, feijões, algodão e milho nos arredores desses locais.[16]
Até o início do século XX, a região de Conchal permaneceu habitada de forma bastante esparsa, sendo que a maior parte do território era formado pelas fazendas Nova Zelândia, Ferraz e Leme.[17] Além dessas três, ao menos um documento de início do século XX menciona uma outra fazenda na região, batizada com o nome de Conchal.[18] Em 28 de março de 1911, essas terras foram divididas em dois núcleos coloniais pelo Decreto n° 2020, os quais foram batizados de “Visconde de Indaiatuba” e “Conde de Parnaíba”.[18] Parte da política estadual de povoamento de áreas consideradas produtivas do interior paulista, esses núcleos coloniais eram formados por lotes de dez e vinte alqueires, sendo geralmente voltados para imigrantes recém-chegados da Europa.[17][19]
Nos anos seguintes, a inauguração da Estrada de Ferro Funilense e de uma estação ferroviária, além de obras de saneamento custeadas pelo Estado para evitar a disseminação da malária, fizeram com que os dois núcleos coloniais atraíssem novos moradores para a região. Assim, em 1919, os núcleos de Visconde de Indaiatuba e Conde de Paranaíba foram alçados à condição de distrito de paz do município de Mogi Mirim. O crescimento demográfico e a nova categoria administrativa local também se refletiam na infraestrutura do agora distrito de Engenheiro Coelho: se antes a maior parte das residências era feita em madeira, na década de 1920 já predominavam as construções em alvenaria, algumas destas já conectadas à recém-instalada rede elétrica.[17]
Formado a partir de uma política estatal de colonização agrícola, o distrito de Engenheiro Coelho manteve uma economia voltada ao cultivo de café, cana de açúcar, algodão, mandioca e outros gêneros em suas primeiras décadas de existência, com escoamento da produção garantido pela ferrovia. Além da agricultura, o distrito também já contava com algumas serrarias e olarias nesse período.[20]
Na década de 1940, parte dos moradores do distrito requisitava a transferência de jurisdição de Mogi Mirim para o município de Araras. Contudo, nem todos os habitantes do distrito concordavam com a reivindicação, o que acabou por inviabilizá-la politicamente. Em 1944, ficou decidida a permanência do distrito de Engenheiro Coelho junto ao município de Mogi Mirim.[17] Cerca de quatro anos depois, em 1948, o movimento pró-emancipação realizou um plebiscito com eleitores previamente cadastrados no Cine Paratodos, antigo cinema de Conchal. Com 627 votos a favor e somente 27 contra, ficou confirmado o desejo da população local em emancipar o distrito de Mogi Mirim. Com efeito, em 24 de dezembro de 1948, Conchal foi elevada à condição de município, recebendo o nome atual através da Lei Estadual n° 233.[20]

